Credisol inicia 2026 reafirmando a missão de democratizar o microcrédito produtivo e consolidar sua expansão nacional

Com sede no Sul de Santa Catarina e presença crescente em diversos territórios do país, a Credisol inicia 2026 com o compromisso de aprofundar sua atuação nacional, mantendo a essência que orientou sua fundação: oferecer crédito produtivo e orientado a quem empreende, especialmente nas regiões menos assistidas pelo sistema financeiro tradicional.

Nos últimos cinco anos, a instituição ampliou de forma consistente sua presença no Brasil, passando de 14 para 18 estados somente em 2025. Essa expansão planejada, responsável e alinhada à governança da OSCIP reforça o papel da Credisol como uma das principais instituições do país no segmento de microcrédito produtivo orientado.

O crescimento empreendido nos últimos anos é resultado de cenários amplamente estudados e decisões cuidaosas, destaca o diretor executivo da Credisol, Júlio César Búrigo. “Expandir não é apenas estar em mais lugares. Envolve garantir que nossa metodologia, presença territorial e atuação orientada do agente de crédito permaneçam intactas. Somos uma OSCIP, não buscamos lucro, e isso exige responsabilidade permanente para crescer sem abrir mão da nossa missão social”, explica.

Resultados que refletem consistência e impacto

Em 2025, a Credisol alcançou os melhores números dos seus 26 anos. Foram 25,3 mil operações de microcrédito produtivo, somando R$ 206,6 milhões aplicados em pequenos negócios formais e, majoritariamente, informais. A carteira ativa fechou dezembro com 25,6 mil clientes, mantendo um tíquete médio de R$ 8,1 mil.

Para o gerente executivo de Operações da Credisol, Eduardo R. Manenti, os números refletem a realidade brasileira. “Cerca de 67% dos nossos clientes não são formalizados. É um público que, em geral, não encontra portas abertas no sistema financeiro tradicional. O microcrédito produtivo orientado existe justamente para preencher essa lacuna, com proximidade, orientação e sem burocracias que afastam o empreendedor da oportunidade de crescer”, aponta.

A relevância do segmento fica ainda mais evidente diante do retrato nacional. Segundo o Global Entrepreneurship Monitor, o Brasil possui 47 milhões de adultos empreendendo, enquanto as linhas específicas de microcrédito produtivo não alcançam 20% desse universo, como reforça o consultor e especialista em Microcrédito, Pedro Ananias Alves.

Microcrédito, clima e desenvolvimento: a Credisol na COP30

O microcrédito produtivo orientado está diretamente ligado à agenda da economia circular e do desenvolvimento sustentável. Por isso, a Credisol participou da COP30, em Belém (PA), apresentando sua atuação em painéis internacionais promovidos pelo Governo do Azerbaijão.

A participação se deu, segundo o coordenador de ESG da Credisol, Stéfano Mattei, pelo entendimento das Nações Unidas de que os microempreendedores estão entre os mais vulneráveis aos impactos climáticos. “Falamos sobre territórios onde a mudança do clima se traduz em perda imediata de renda. A presença na COP reforçou que apoiar o microempreendedor é também apoiar a adaptação das comunidades mais vulneráveis”, conta.

Dados da carteira da Credisol ilustram esse perfil:

· 60% dos clientes têm faturamento de até R$ 15 mil;

· 90% possuem, no máximo, dois funcionários;

· 72% não possuem funcionários, gerando o próprio emprego.

Rumo ao primeiro bilhão em operações acumuladas

A Credisol deve alcançar, no primeiro semestre de 2026, o marco histórico de R$ 1 bilhão em operações acumuladas desde sua fundação. Ao final de 2025, o indicador estava em R$ 909 milhões. Para Júlio Burigo, mais do que um número, o marco simboliza a coerência institucional. “Desde o primeiro empréstimo, mantivemos a mesma essência: atender de perto, orientar e impulsionar quem vive do próprio trabalho. Chegar ao primeiro bilhão mostra que é possível crescer sem perder o propósito”, frisa.

Uma Credisol cada vez mais nacional e fiel ao que a originou

A entrada em 2026 reforça três compromissos estratégicos:consolidar a expansão nacional de forma responsável e sustentável; fortalecer a atuação orientada, com o agente de crédito como protagonista; e seguir levando crédito produtivo a quem empreende, mesmo onde ninguém mais chega. “Com a expansão temos um desafio de recrutar e sobretudo formar novos agentes para prestar um atendimento qualificado e alinhado à nossa expectativa de instruir o empreendedor para que ele possa fazer bom uso dos recursos e prosperar”, enaltece o diretor executivo.

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