Para muitos pequenos negócios, o fim do ano chega acompanhado de um desafio que se repete a cada ciclo: garantir o pagamento do 13º salário, ao mesmo tempo em que precisam reforçar o estoque, preparar promoções e ajustar equipes. A coincidência das datas aperta o caixa e pressiona o planejamento financeiro, especialmente no varejo, onde novembro e dezembro costumam ser meses decisivos para o faturamento.
É nesse período que muitos micro e pequenos empreendedores recorrem ao crédito para equilibrar contas e manter o negócio saudável. “As empresas precisam honrar suas obrigações trabalhistas sem comprometer a saúde financeira do negócio, e o fim do ano é justamente o período em que o caixa fica mais sensível”, explica Marcos Pissetti, gerente regional da Acentra.
Além da despesa trabalhista, há o desafio dos custos sazonais, como compras de estoque, férias coletivas, bonificações, aumento do consumo de energia, entre outras. Em muitos casos, o planejamento até existe, mas não se concretiza na prática. “A realidade é que muitas empresas até tentam provisionar o 13º, mas imprevistos acontecem. Por isso, o crédito, quando bem utilizado, dá fôlego e permite atravessar esse período sem comprometer o funcionamento do negócio”, afirma.
Crédito é opção
Neste cenário, linhas específicas de crédito são boas opções. O objetivo é aliviar a pressão imediata sobre o caixa e garantir que a empresa continue operando com estabilidade. “Na Acentra, por exemplo, temos opções como a linha de Giro 13º, voltada justamente para esse momento. Ela permite que o empreendedor não precise se descapitalizar de uma só vez para pagar seus colaboradores”, reforça Pissetti.
Para contratar a linha de crédito adequada, o profissional orienta que o empreendedor calcule com precisão o total dos valores a serem gastos, incluindo encargos e custos adicionais, e faça isso com apoio de profissionais de recursos humanos ou da contabilidade. O próximo passo é olhar atentamente para dentro da empresa. “É fundamental analisar o fluxo de caixa, identificar entradas e saídas previstas para novembro e dezembro e enxergar possíveis gargalos. Hoje, com margens reduzidas, qualquer descuido pode comprometer o mês inteiro”, destaca.
A Acentra também trabalha com alternativas como antecipação de recebíveis e outras linhas ajustadas ao perfil e ao ciclo financeiro de cada cooperado. O diferencial, segundo Pissetti, está na rapidez da contratação e na adequação às necessidades reais de cada negócio. “A linha específica para 13º, por exemplo, vem com taxas muito competitivas e prazos ajustados. É uma alternativa ideal para manter o caixa saudável e não travar a operação em um período tão importante para o comércio”, completa.
No fim do ano, lembra, a gestão financeira é o que distancia o crescimento e o aperto.
“A mensagem é clara. Custo extra sempre vai existir neste período, e o empreendedor precisa ficar atento aos gastos que não são essenciais. Mas, quando planejado e orientado, o crédito deixa de ser um peso e passa a ser um instrumento de organização e crescimento”.